Consumo de GLP na indústria e no comércio diminui 5,57% em julho

Criado em Quinta, 30 Julho 2015 11:10

consumo de Glp caiO consumo de GLP (gás liquefeito de petróleo) no país caiu 1,35% em julho na comparação com o mesmo mês de 2014, segundo o Sindigás (sindicato das distribuidoras do produto).

A retração foi mais acentuada (-5,57%) no segmento de cilindros maiores e a granel –destinados à indústria e ao comércio. Entre botijões de 13 kg (utilizados nas casas), houve alta de 0,41%.

"Os botijões menores são mais resilientes à crise. Uma possível explicação é que eles estão mais ligados ao crescimento da população do que ao da economia", diz o presidente-executivo da entidade, Sergio Bandeira de Mello.

"Outra possibilidade é que a crise tenha feito pessoas deixarem de ir a padarias e restaurantes para cozinharem mais em casa", afirma.

O executivo diz ainda não acreditar que o setor sentirá uma redução na demanda decorrente da alta de 15% no preço do botijão de 13 kg –determinada no fim de agosto pela Petrobras após 13 anos sem reajustes.

"A tendência do gás de 13 kg é ser mais inelástico [a procura pelo produto não se altera por causa de variações nos preços]. É um dos insumos mais baratos que existem."

Mello estima que o setor termine o ano estável. Em janeiro, porém, a expectativa era de alta de 1,2%.

Em 2014, o consumo de GLP avançou 1,25%. Nos últimos anos, o segmento cresceu entre 1,5 e 2 pontos percentuais acima do PIB.

Grupos investem R$ 900 mi em três projetos imobiliários

A BV Empreendimentos e Participações, braço imobiliário do Banco Votorantim, vai investir em três bairros planejados em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Juntos, os empreendimentos receberão um aporte de cerca de R$ 900 milhões. A empresa é sócia da construtora NS nos projetos.

O maior, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, terá 2.700 unidades habitacionais, entre apartamentos e casas de 58 m² a 95 m².

"Serão imóveis com preço médio de R$ 300 mil, com foco principalmente em quem está comprando a primeira casa ou apartamento", diz Luiz Renato Paim, principal executivo da BV.

"Acreditamos que, mesmo com a crise, ainda há demanda para esse público que planeja sair do aluguel."

A retração atingiu com mais força imóveis acima de R$ 300 mil, mais procurados por investidores que já possuem casa própria, diz ele.

Nos três projetos, a opção foi de localizar os empreendimentos em regiões mais periféricas dos grandes centros, em busca de áreas com metro quadrado mais barato.

Em Minas Gerais, o condomínio ficará em Nova Lima, na região de Belo Horizonte, e no Rio, em Campo Grande.

Pressão leonina

Uma portaria da Receita Federal foi recebida por executivos e advogados como uma pressão adicional do Ministério da Fazenda sobre as empresas.

Publicada no início deste mês, ela estabelece a cobrança administrativa especial a contribuintes com créditos tributários que somem R$ 10 milhões.

"As empresas foram pegas de surpresa, pois a Receita havia se comprometido a colocar sob consulta pública seus atos", afirma Cassio Borges, da CNI.

"O setor produtivo está apavorado, ainda mais nessa crise."

Para Roberto Quiroga, sócio do Mattos Filho, "é uma ameaça, cria mais estresse tributário. Para o sonegador, a portaria funciona". Empresas poderão quebrar antes de vencer a causa, diz.

O contribuinte que, intimado, não regularizar os créditos estará sujeito a sanções, como a inclusão no Cadin, a exclusão do Refis e até a abertura de um processo criminal.

"Esses efeitos parecem imediatos, mas não são", acrescenta Borges.

Sacolas menores

O faturamento do comércio varejista do Estado de São Paulo diminuiu 3,7% no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2014. A redução foi de R$ 9,8 bilhões, segundo a FecomercioSP.

Em junho, a receita total do setor foi R$ 41,4 bilhões. O valor é R$ 1,6 bilhão inferior ao de junho do ano passado, que já havia registrado um desempenho fraco por causa da Copa.

Lojas de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e departamentos foram as que tiveram o pior resultado no mês -recuo de 29,7%. O setor de autopeças e acessórios, porém, avançou 7,9%. Perfumaria e farmácias, também cresceram em junho, com 7,1%.

A entidade projeta mais uma queda para agosto, ao redor de 5%.

Micro... O Santander concedeu R$ 274 milhões em microcrédito no primeiro semestre, um aumento de 4,6% em relação a 2014.

...crescente No mesmo período, o Banco do Brasil desembolsou R$ 573 milhões na sua linha de pequenos empréstimos.

Economia O BB poupou R$ 60 milhões em 2014 deixando de enviar contas por cartas e usando um sistema para clientes pagarem via web.

 

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